Um bater negro de asas
Sobressalta o céu azul,
Um risco branco no alto
Traça a rota
Rumo ao Sul.
Nota: Hoje a Facebook trouxe-me esta memória.
Um bater negro de asas
Sobressalta o céu azul,
Um risco branco no alto
Traça a rota
Rumo ao Sul.
Nota: Hoje a Facebook trouxe-me esta memória.
A experiência que fiz tem a ver com a comparação do meu mural do FB e do meu blogue-
Coloquei a mesma imagem do vaso de violetas e a mesma pergunta nos dois espaços.
No FB contei apenas os comentários verbais, deixei de fora todas as mensagens icónicas e foram 18 esses comentários.
No blogue houve 13 comentários.
Do ponto de vista de conteúdo houve referências a La Violetera, de Sarita Montiel, a memórias de infância de quintais/jardins de familiares muito queridos, referência ao aroma, à cor, ligação à Primavera , às andorinhas, à renovação, ao recomeço, à beleza dos pequenos pormenores, ao poder da terra, uma amiga do face disse que é do tempo em que se vendiam raminhos de violetas no Chiado e a nossa amiga Teresa lembrou as flores preferidas da Teté.
Tirando esta lembrança só possível no blogue, pude concluir que não houve um estilo diferente entre uns e outros comentadores.
Seria da imagem, seria da pergunta, seria da postura de uns e outros?
Falta-me dizer o que me lembra o tal vaso:
. A Moda das Tranças Pretas - cantado por Vicente da Câmara
.La Violetera - cantado por Sarita Montiel
E ainda os longos passeios pelos campos da minha infância na companhia da minha amiga F. (que já partiu há uns anos), em busca de violetas com as quais nos armávamos em perfumistas.
Reparei que as minhas duas últimas postagens foram musicais e também tenho encontrado muita música pelos blogues que visito.
Gosto muito de cantar e nos tempos de colégio e de liceu pertenci sempre aos coros existentes. Quando estava no Liceu Sá da Bandeira em Santarém até atuámos na televisão.
Isto só para dizer que sinto muita falta do coro que abandonei para me dedicar a cuidadora informal e agora o regresso é problemático.
As poucas vezes que vou a cerimónias religiosas adoro participar nos cânticos que ainda recordo e se não os sei cantar fico totalmente alheada do ato porque só pelo canto me sinto presente.
Em casa, mesmo sozinha, vou trauteando aquilo que me vem à lembrança.
Com o frio que está ultimamente tem sido "Tombe la neige" de Adamo, dos meus tempos de menina e moça.
Enfim, quem canta seus males espanta!