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domingo, outubro 20, 2019

Viajar em grupo

A minha experiência de viajar em grupo era praticamente nula, tirando as visitas de estudo como aluna, como professora e as actuações dentro e fora do país como coralista.





Assim, para testar a minha resistência física , viajei até à Polónia de onde regressei há dias.
Gostei do que vi, acompanhada por excelentes guias locais, conheci um pouco mais da História deste país verde e dourado nesta época do ano, marcado por lutas e dores, em plena reconstrução e onde a Igreja Católica tem uma enorme influência sobre o poder político.
Visitei Varsóvia, Cracóvia, Czestochowa, as milenares minas de sal de Wieliczka, Auschwitz-Birkenau, como não podia deixar de ser.








Claro que, se não fosse em grupo, com uma viagem marcada ao pormenor, não teria visto tanta coisa e obtido tanta informação em tão pouco tempo mas, e há sempre um mas, o que andei a pé deixou-me deveras exausta e sem grande vontade de repetir a experiência, embora o grupo fosse pequeno, simpático e com algumas pessoas conhecidas.
Se não o fiz em mais jovem, por manifesta aversão do meu companheiro de vida por viagens em grupo, agora, com as mazelas que tenho, torna-se mais complicado.
Passear sim, mas ao meu ritmo e sem horas marcadas para tudo.







Por estranho que pareça, no livro que terminei, já depois do regresso, " A Vida em Surdina", o narrador-protagonista relata uma curta estadia na Polónia.
E foi como se estivesse lá de novo, sobretudo em Auschwitz-Birkenau.
É exactamente como ele descreve este horror transformado em local turístico bem lúgrebe.


sexta-feira, maio 09, 2014

Foi há 64 anos...

É assim que começa hoje, no DN, a crónica de Viriato Soromenho- Marques !
Refere-se aos primeiros passos dados no sentido da construção de uma Europa unida, daí ser hoje o seu dia.
Mas o projecto está longe de ter atingido os seus objectivos.
Aproveito para transcrever parte dessa crónica.
"Os Europeus estão condenados a uma escolha simples: ou fazem da Europa uma segunda pátria, ou acabarão por transformar a Europa num campo de batalha. Só é possível ser europeu, assumindo uma dupla cidadania. A da nossa pátria natal, onde existem elementos que devem ser manejados com cuidado ( a língua, a religião, o "solo", a "genealogia"), e a da pátria europeia. Só à primeira pátria se podem associar as forças telúricas da "mátria", usando a feliz expressão de Natália Correia. A cidadania europeia terá de ser estritamente constitucional e apolínea. A pátria europeia terá de ser o lugar dos interesses e das leis comuns. Não precisa de amor, mas do respeito que só leis justas, transparentes e universais granjeiam. essa pátria europeia, livre da barbárie hegemónica, continua por fazer."

quinta-feira, dezembro 08, 2011

John Lennon



John Lennon foi assassinado, por um louco, a 8 de Dezembro de 1980! Tinha apenas 40 anos...
Então como agora é preciso construir a PAZ!
Na Europa está em curso uma guerra terrível onde o sangue é o desemprego e a miséria de milhares e milhares de mulheres e homens, jovens e menos jovens, crianças e idosos e de novo a Alemanha está no seu epicentro!