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quinta-feira, maio 05, 2022

Dia Mundial da Língua Portuguesa

A Fala Sou de uma Europa de periferia na minha língua há o estilo manuelino cada verso é uma outra geografia aqui vai-se a Camões e é um destino. Vela veleiro vento. e o que se ouvia era sempre na fala o mar e o signo. Gramática de sal e maresia na minha língua há um marulhar contínuo. Há nela o som do sul o tom da viagem. O azul. O fogo de Santelmo e a tromba de água. E também sol. E também sombra. Verás na minha língua a outra margem. Os símbolos os ritmos os sinais. E Europa que não mais Mestre não mais. In Sonetos do Obscuro Quê, 1993

segunda-feira, maio 12, 2014

As mãos



Porque hoje Manuel Alegre faz anos e este foi um dos seus poemas que mais vezes analisei com os meu alunos!