Hoje fui até casa, quer dizer à outra casa onde não ia há uns tempos. Subi, com dificuldade, ao 1º andar que tinha abandonado a 29 de setembro, rumo ao hospital.
Senti uma enorme estranheza perante o vazio de algumas divisões e o amontoado de "tralha" que talvez ainda venha para o apartamento.
Penso que se aplicam bem nesta situação duas frases que encontrei no livro que comecei a ler hoje:
"As casas sem pessoas ficam pasmadas. Como se fossem mera lembrança."

.jpg)