E nada melhor do que uma música de Cabo Verde para homenagear esse país que aguentou firme o ímpeto da Espanha, graças às mãos de ouro do Vozinha!
Rosa dos Ventos
sexta-feira, junho 19, 2026
quinta-feira, junho 18, 2026
Citação
Desculpai não vos responder como faço habitualmente, mas ainda estou a recuperar da minha falha de intuição.
" E alegre se fez triste"
Felizmente, logo de manhã, caí em cima de um artigo de Ascenso Simões, no Expresso digital, creio, com o título "O Poeta da Cidade"
Aqui fica a sua introdução.
" Não sei o nome dele, pouco interessa. só sei que enche a alma, que nos retira da fossa em que estamos, nos concede a imagem de um Deus frágil, próximo e amigo. O Poeta da Cidade é o que de melhor nos deu o algoritmo através das redes sociais."
P.S. Vão por mim, que também o encontro muitas vezes por aqui e é um consolo ouvi-lo.
quarta-feira, junho 17, 2026
Desabafo
terça-feira, junho 16, 2026
Jornais
segunda-feira, junho 15, 2026
Portugal
Quer queiramos ou não, na matriz identitária de Portugal encontram-se gravadas as palavras Fado, Futebol e Fátima.
No Fado cabem os descobrimentos, a colonização, a descolonização, a saudade do que queríamos ser e não fomos, a tristeza dos amores desencontrados.
Já o Futebol oscila entre grandes alegrias e enormes tristezas. Veremos o que nos espera a partir de quarta-feira, o exemplo do Brasil não foi animador.
Fátima é outra conversa, é um nome universal, conhecido de crentes e não-crentes.
Se não houve milagre, passou a haver!
domingo, junho 14, 2026
Poesia ao domingo
As Mãos
Com as mãos se faz a paz se faz a guerra,
Com as mãos tudo se faz e se desfaz.
Com as mãos se faz o poema - e são de terra.
Com as mãos se faz a guerra - e são a paz.
Com as mãos se rasga o mar. Com as mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre, in O Canto e as Armas
sábado, junho 13, 2026
Santo António
Eu comprei um manjerico
Com ou sem harmónio
Em casa é que não fico.
Por aqui se pode avaliar o meu jeito para versejar!
sexta-feira, junho 12, 2026
Música à sexta
E porque o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades foi há pouco e porque o Mundial de Futebol começou ontem e porque este fado tem muito de Portugal, aqui fica!
quarta-feira, junho 10, 2026
domingo, junho 07, 2026
Poesia ao domingo
Quem me espera não me espera
Quem me ama já esqueceu
Quem me toca dilacera
Esta estranha primavera
Que o mês de Maio me deu
Eu já não sei o que tenho
Se febre, se mal ruim
Se este sentimento estranho
De não ser de onde venho
Comigo longe de mim
E assim fico sentado
Com as algas a boiar
De queixo na mão pousado
Ó meu barquinho parado
Sem porto para ancorar
António Lobo Antunes
" VODKA e VALIUM 10"
P.S. A Teresa, que está de férias no Porto, lembrou-me a feição poética de ALA, daí este poema.
