quinta-feira, fevereiro 22, 2024

ILHAS DE BRUMA-AÇORES

Como não quero deixar-vos sem música e amanhã saio cedo e venho tarde, aqui fica a escolhida desta semana!

segunda-feira, fevereiro 19, 2024

Heróis do Mar

Ver subir no mastro a nossa bandeira acima das outras e ouvir ao mesmo tempo o Hino Nacional continua a comover-me, embora as minhas emoções estejam quase bloqueadas. Graças a este jovem de 19 anos, Diogo Ribeiro, Portugal exultou de alegria. Afinal a água corre nas veias deste País de marinheiros, mesmo que este herói seja herói de piscina!

sexta-feira, fevereiro 16, 2024

Hoje é dia de música

Se o enigma da Janita está tão parado, posso imaginar o sucesso da música que escolhi!

segunda-feira, fevereiro 12, 2024

A Biblioteca da Santa Terrinha

A biblioteca cá da terra mudou há uns meses para uma antiga escola do 1º Ciclo que fica mesmo por detrás da minha casa, apenas com um terreno pelo meio. Já lá tinha ido levar dois caixotes de livros mas entretanto fechou devido à aposentação do funcionário.Pelo Facebook soube que tinha reaberto e resolvi ir até lá. Tive que fazer nova inscrição mas foi tudo muito rápido e fiquei "catalogada" online. Enquanto o jovem funcionário tratou disso, fui dando uma olhadela pelas prateleiras que estão agradavelmente iluminadas devido às amplas janelas da sala. Foi então que, para meu espanto, encontrei "O Tambor de Lata" que tinha servido de enigma à Teresa, enigma esse bastante difícil não fora a Fatyly que conhecia o livro. Seja como for, fiquei interessada nele e requisitei-o logo. Só que ando a ler "As Vinhas da Ira" e vão ocupar-me muito tempo. Os dois livros são da autoria de Prémios Nobel, o americanoo de 1962 e o alemão de 1999. Por coincidência vou na página 96 dos dois mas um tem 500 e tal páginas e o outro quase 700. Estou entusiasmada com os dois.

sábado, fevereiro 10, 2024

Cantares do Andarilho

No ano lectivo 1968/69 fui colocada numa escola em Setúbal. Precisamente em 1968, Zeca Afonso lançou o álbum Cantares do Andarilho. Estando a viver apenas da sua música por proibição de dar aulas, o seu quotidiano, como pai de família, não era nada fácil. Assim, amigos e conhecidos de confiança começaram a vender, mais ou menos às escondidas, este álbum. Nessa altura, Zeca Afonso vivia em Setúbal ou em Azeitão, já não sei precisar. Foi a Cristina, professora de Moral, cujo apelido esqueci, que fez chegar até mim Cantares do Andarilho. Ainda tentei encontrá-lo no meio da barafunda que os meus filhos fizeram com os nossos discos e os deles mas foi pesquisa infrutífera. Contudo foi mesmo o meu primeiro álbum de Zeca, o meu cantor preferido.

sexta-feira, fevereiro 09, 2024

Ouçam bem...

Hoje é sexta feira, é dia de música!

quinta-feira, fevereiro 08, 2024

Solução do enigma

Neste enigma estiveram presentes a Teresa, a Janita, o António, a Catarina, a Maria João, a Gábi e a Olinda Melo. O prémio da melhor dica vai para a Janita com o seu "Madre de Dios" que, em princípio, foi uma boa ajuda para a Teresa, a Catarina e a Maria João. O António optou por tiro e queda, qual dica, qual quê, e as restantes não se lembraram de ler os comentários anteriores. Mas o mais divertido de tudo foi ter havido oportunidade para lembrar velha publicidade e ouvir música celta. Vamos então à solução. É a Igreja do Convento da Madre de Deus onde está instalado o Museu Nacional do Azulejo, importante guardador de memórias da cultura portuguesa. É uma igreja de estilo barroco com azulejos também preciosos. Na 1*ª imagem temos o camarote onde a família real assistia às cerimónias, a 2ª mostra um pormenor dos azulejos e a 3ª é um dos painéis presentes no Museu que vale a pena visitar.

terça-feira, fevereiro 06, 2024

Enigma

Para animar as hostes e deixar as sondagens para os politólogos, brindo-vos com mais um enigma. Onde fica situada esta Igreja? Quem souber mande dicas!

sábado, fevereiro 03, 2024

Leituras

É escusado falar-vos de Lídia Jorge, toda a gente que lê autores portugueses a conhece. Este livro é, simplesmente, fabuloso. Sobre uma camada de real, os últimos tempos da sua mãe numa residência sénior, constrói uma narrativa fictícia mas pouco. Quem já tem experiência destas residências a partir de familiares e/ou amigos reconhece perfeitamente a trama. Lídia Jorge dedica este romance à mãe e a Luís Sepúlveda, seu grande amigo de longa data, os dois foram das primeiras vítimas do Covid.