Quer queiramos ou não, na matriz identitária de Portugal encontram-se gravadas as palavras Fado, Futebol e Fátima.
No Fado cabem os descobrimentos, a colonização, a descolonização, a saudade do que queríamos ser e não fomos, a tristeza dos amores desencontrados.
Já o Futebol oscila entre grandes alegrias e enormes tristezas. Veremos o que nos espera a partir de quarta-feira, o exemplo do Brasil não foi animador.
Fátima é outra conversa, é um nome universal, conhecido de crentes e não-crentes.
Se não houve milagre, passou a haver!

