Há dias no Facebook, a propósito das crónicas de Lobo Antunes, uma amiga, fã das mesmas, escreveu que o autor dizia uma coisa interessante..."Quem lia as crónicas eram os que não sabiam nadar, ao contrário dos que liam os livros dele."
Eu acrescentei também me deliciar com as suas crónicas, mas que já tinha iniciado as aulas de natação com a leitura de " Até Que as Pedras se Tornem mais Leves Que a Água", um livro muito difícil, violento que nos transporta para os traumas da guerra colonial num alferes. Levei muito tempo a terminá-lo.
Agora lancei-me ao segundo, este que está na foto e com o qual me estou a divertir bastante. É o relato do desmoronamento de uma família da alta burguesia, ligada ao Estado Novo, após o 25 de Abril, com uma quinta em Palmela completamente arruinada, com fugas para Espanha, com uma linguagem que retrata os tiques linguísticos dos bem nascidos em Cascais.

Sempre deste preferência a escritoes portugueses?
ResponderEliminarUm dia ainda lhe vou dar outra oportunidade. Talvez uma das suas crónicas
Há autores portugueses muito do meu agrado, por exemplo Saramago, Lídia Jorge, Agustina Bessa Luís e de expressão portuguesa Mia Couto, entre outros.
EliminarAs crónicas de Lobo Antunes são belíssimas e de fácil leitura.
Agora estou a embrenhar-me nos seus romances que são labirínticos, embora não esteja a ter dificuldades com este.
De resto tenho entre mãos um livro de um francês e outro de uma americana.
Abraço
Mia Couto encantou-me desde 2009, quando comecei a lê-lo. E como já mencionei várias vezes : ) tive o prazer de o cumprimentar aqui em Toronto em 2013. Gosto de Miguel Sousa Tavares e de José Eduardo Águalusa. Já recebi o “Misericórdia” de Lídia Jorge, o único que a biblioteca tem no formato digital.
EliminarContinuação de boas leituras. : )
Ele e o Saramago ainda não entraram na minha lista de favoritos.
ResponderEliminarQuem sabe um dia…
Abraço
Nunca é tarde para experiências literárias diferentes.
EliminarUm Nobel e um que morreu com pena de não o ser.
Abraço
Acho uma certa piada a esta mania de superioridade demonstrada por certas pessoas quando confrontadas com opiniões divergentes sobre aquilo que consideram o máximo.
ResponderEliminarEnfim....lamento muito, mas a única coisa que me agrada em ALA são mesmo as crónicas, mas até essas deixei de ler.
Abraço.
ALA é um pouco snobe e muito convencido do seu valor.
EliminarGosto das suas crónicas e quero entendê-lo melhor como romancista.
Como pessoa em si não tenho grande opinião dele.
Abraço
ALA ou se ama ou se odeie.
ResponderEliminarNão me parece que proporcione meios termos.
Um abraço, Léo.
É verdade, mas não o odeio, só não gosto dele como pessoa.
ResponderEliminarComo cronista gosto muito, como romancista quero compreendê-lo melhor.
Morreu cheio de pena de não ter atingido o Nobel.
Abraço
Quero comprar o LIVRO DE POEMAS.
ResponderEliminarNunca li qualquer poema dele, a não ser o do "homem constipado".
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