A sua aparente fragilidade é enganadora. São, de facto, muito resilientes. Conseguem sobreviver a muitas adversidades climáticas. Há muito que não vejo uma papoila “ao vivo e a cores”, como costumava dizer a tua amiga “Carol”. : )
Os caminhos rurais estão cheos delas. Gosto muito de papoilas, mas quando as vejo não dá para fotografar. Esta apanhei-a num atalho que tomei para chegar à cabeleireira, depois de ter deixado o carro num estacionamento manhoso. :))
Em Portugal não existe essa memória, apesar dos muitos mortos portugueses e outros abandonadas à sua sorte, nos campos de França. É uma bela memória! Não sabia que era essa a razão.
Enquanto as vastas planícies alentejanas estão cheias de papoilas, por aqui é raro ver uma. Por sinal, há uns anos, tive a grata surpresa de encontrar uma perto do alecrim, ao fundo do quintal.
A sua aparente fragilidade é enganadora. São, de facto, muito resilientes. Conseguem sobreviver a muitas adversidades climáticas.
ResponderEliminarHá muito que não vejo uma papoila “ao vivo e a cores”, como costumava dizer a tua amiga “Carol”. : )
Os caminhos rurais estão cheos delas.
EliminarGosto muito de papoilas, mas quando as vejo não dá para fotografar.
Esta apanhei-a num atalho que tomei para chegar à cabeleireira, depois de ter deixado o carro num estacionamento manhoso. :))
Abraço
Tornou-se o símbolo mundial da memória após a Primeira Guerra Mundial, por ser a primeira planta a crescer nos campos destruídos da Flandres.
ResponderEliminarEm Portugal não existe essa memória, apesar dos muitos mortos portugueses e outros abandonadas à sua sorte, nos campos de França.
EliminarÉ uma bela memória!
Não sabia que era essa a razão.
Abraço
Há sempre alguém que diz não.
ResponderEliminarAbraço
E ainda bem!
EliminarAbraço
Enquanto as vastas planícies alentejanas estão cheias de papoilas, por aqui é raro ver uma. Por sinal, há uns anos, tive a grata surpresa de encontrar uma perto do alecrim, ao fundo do quintal.
ResponderEliminarUm abraço.