A Teresa do Ematejoca já nos deu toda a informação sobre Anna Carson.
Fui então fazer uma breve pesquisa e encontrei um poema da sua autoria lido por Madalena Sá Fernandes, retirado do livro intitulado "Vidro, Ironia e Deus".
Pensei que fosse ouvir algo de difícil compreensão, mas saiu-me um poema que, embora enorme, foca dados do quotidiano, localiza-se numa cozinha onde mãe e filha tomam uma refeição à base de alface, onde o eu poético tece considerações bem comezinhas.
Gostei do que ouvi.
A poesia de Anne Carson – caracterizada por vários críticos como "pequenas conversas", "ensaios" ou "narrativas em verso" – combina o confessional e o crítico numa voz absolutamente própria. Conhecida como uma classicista notável, Anne Carson tece em Glass, Irony and God vertentes poéticas contemporâneas e antigas com um estilo deslumbrante. Esta coleção inclui: "The Glass Essay", um poema poderoso sobre o fim de um caso amoroso, contado no contexto da leitura que Carson faz das irmãs Brontë; "Book of Isaiah", um poema que evoca o sentimento profundamente primitivo do judaísmo antigo; e "The Fall of Rome", sobre a sua viagem para "encontrar" Roma e a sua luta para superar sentimentos de uma terrível alienação nesse lugar.
ResponderEliminarAo saber a notícia sobre o Nobel de literatura 2026 fiquei decepcionada. Entretanto, estou em pulgas para conhecer a obra literária de Anne Carson.
Não fiquei decepcionada, porque estava apenas espectante !
EliminarNo poema que ouvi também surgem referências a um livro que está a ler, talvez seja esse que está em cima do açucareiro.
Também sou fã de Prémios Nobel da Literatura!
Conto sempre contigo para melhorares as minhas intervenções.
Obrigada!
Abraço
Anna Carson lê-se bem.
ResponderEliminarUm abraço, Léo.
Repito o que deixei dito no meu blogue:
EliminarQual é o livro de Anne Carson que leste?
Eu não li, só ouvi um poema.
EliminarAbraço
A minha pergunta era dirigida ao António.
EliminarEle diz que Anne Carson se lê bem.
Comecei a ler Rot — cujo título alemão é apenas Vermelho — e, não obstante o meu hábito de ler livros difíceis, confesso que a sua leitura tem sido tudo menos fácil.
Eu percebi, mas a minha resposta era para o António.
Eliminar“Autobiografia do Vermelho” é um bom começo.
ResponderEliminarVeremos o que a Biblioteca Municipal de Ourém tem.
EliminarLembro-me como foi difícil ler O Tango do Diabo, do húngaro que ganhou em 2025.
Abraço
É O Tango de Satanás. 😀
ResponderEliminarAo ler todos os comentários agora e com calma, apercebi-me que eu e o António pertencemos àquela minoria intelectual de que falei. : ))
ResponderEliminarPelos vistos! 😀
Eliminar: ))
EliminarConfesso que fiquei admirada quanto ao António.
EliminarOs livros que eles nos apresenta não são leitura de elites.
Entretanto, estou a ficar fascinada com ROT — uma obra fundamental que quebra as barreiras tradicionais de género, misturando de forma única o rigor da literatura grega clássica, a poesia contemporânea e o ensaio pessoal.
Por enquanto só vou lendo o que aparece sobre a laureada e tem aparecido muita coisa.
EliminarSó que tenho dois livros entre mãos, daí nao poder agora procurar lê-la.
Abraço
Ouvi na televisão o nome da escritora pela primeira vez.
ResponderEliminarGrato abraço pela tua informação .
Eu soube pela blogosfera!
ResponderEliminarAbraço
Os meus agradecimentos à Ematejoca pelas informações que nos
ResponderEliminarpermitem conhecer melhor à Laureada.
Confesso que não a conhecia mas vou procurar saber sobre os
seus livros.
Bom fim de semana.
Abraço
Olinda
A Teresa é um poço de sabedoria, aprendemos sempre com ela!
ResponderEliminarAbraço