quinta-feira, outubro 08, 2026

Prémio Nobel

 A Teresa do Ematejoca já nos deu toda a informação sobre Anna Carson.

Fui então fazer uma breve pesquisa e encontrei um poema da sua autoria lido por Madalena Sá Fernandes, retirado do livro intitulado "Vidro, Ironia e Deus".

Pensei que fosse ouvir algo de difícil compreensão, mas saiu-me um poema que, embora enorme, foca dados do quotidiano, localiza-se numa cozinha onde mãe e filha tomam uma refeição à base de alface, onde o eu poético tece considerações bem comezinhas.

Gostei do que ouvi.

19 comentários:

  1. A poesia de Anne Carson – caracterizada por vários críticos como "pequenas conversas", "ensaios" ou "narrativas em verso" – combina o confessional e o crítico numa voz absolutamente própria. Conhecida como uma classicista notável, Anne Carson tece em Glass, Irony and God vertentes poéticas contemporâneas e antigas com um estilo deslumbrante. Esta coleção inclui: "The Glass Essay", um poema poderoso sobre o fim de um caso amoroso, contado no contexto da leitura que Carson faz das irmãs Brontë; "Book of Isaiah", um poema que evoca o sentimento profundamente primitivo do judaísmo antigo; e "The Fall of Rome", sobre a sua viagem para "encontrar" Roma e a sua luta para superar sentimentos de uma terrível alienação nesse lugar.

    Ao saber a notícia sobre o Nobel de literatura 2026 fiquei decepcionada. Entretanto, estou em pulgas para conhecer a obra literária de Anne Carson.

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    1. Não fiquei decepcionada, porque estava apenas espectante !
      No poema que ouvi também surgem referências a um livro que está a ler, talvez seja esse que está em cima do açucareiro.
      Também sou fã de Prémios Nobel da Literatura!
      Conto sempre contigo para melhorares as minhas intervenções.
      Obrigada!

      Abraço

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  2. Anna Carson lê-se bem.
    Um abraço, Léo.

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    1. Repito o que deixei dito no meu blogue:
      Qual é o livro de Anne Carson que leste?

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    2. Eu não li, só ouvi um poema.

      Abraço

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    3. A minha pergunta era dirigida ao António.
      Ele diz que Anne Carson se lê bem.
      Comecei a ler Rot — cujo título alemão é apenas Vermelho — e, não obstante o meu hábito de ler livros difíceis, confesso que a sua leitura tem sido tudo menos fácil.

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    4. Eu percebi, mas a minha resposta era para o António.

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  3. “Autobiografia do Vermelho” é um bom começo.

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    1. Veremos o que a Biblioteca Municipal de Ourém tem.
      Lembro-me como foi difícil ler O Tango do Diabo, do húngaro que ganhou em 2025.

      Abraço

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  4. Ao ler todos os comentários agora e com calma, apercebi-me que eu e o António pertencemos àquela minoria intelectual de que falei. : ))

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    1. Confesso que fiquei admirada quanto ao António.
      Os livros que eles nos apresenta não são leitura de elites.
      Entretanto, estou a ficar fascinada com ROT — uma obra fundamental que quebra as barreiras tradicionais de género, misturando de forma única o rigor da literatura grega clássica, a poesia contemporânea e o ensaio pessoal.

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    2. Por enquanto só vou lendo o que aparece sobre a laureada e tem aparecido muita coisa.
      Só que tenho dois livros entre mãos, daí nao poder agora procurar lê-la.

      Abraço

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  5. Ouvi na televisão o nome da escritora pela primeira vez.

    Grato abraço pela tua informação .

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  6. Os meus agradecimentos à Ematejoca pelas informações que nos
    permitem conhecer melhor à Laureada.
    Confesso que não a conhecia mas vou procurar saber sobre os
    seus livros.
    Bom fim de semana.
    Abraço
    Olinda

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  7. A Teresa é um poço de sabedoria, aprendemos sempre com ela!

    Abraço

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