Natália Correia nasceu a 13 de setembro de 1923.
Ó meu país, meu corpo delirante,
Meu sangue, minha febre, meu desejo,
Meu mar de sal, meu vinho abundante,
Meu sol de fogo, meu eterno ensejo!
Em ti me perco, em ti reconheço,
Em ti me cumpro, em ti me incendeio,
Em ti me entrego, em ti me estremeço,
Em ti me afogo, em ti me mareio.
É o teu grito que me sobe à boca,
É teu o ritmo que me agita o passo,
É teu o fogo que me a alma provoca,
É teu o sonho que me prende ao laço.
Natália Correia, in Cântico do País Emerso
O poeta francês fica para a próxima vez?
ResponderEliminarVou pensar no assunto! :))
EliminarAbraço
Sou uma grande amiga da POESIA PORTUGUESA, todavia, não aprecio comer sempre a mesma fruta 🍎
EliminarMas eu não coloco sempre o mesmo poeta! 😀
EliminarA fruta varia!
Abraço
A fruta portuguesa é excelente, Leo, e eu continuarei a comer a tua fruta com gosto 🍇
EliminarUm poema soberdo de uma mulher de garra e guerreira!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Era uma mulher muito à frente do seu tempo!
EliminarAbraço
Gostei de conhecer o poema.
ResponderEliminarJá estive na sua terra.
Beijinho e boa semana :)
Também já lá estive!
EliminarAbraço
Bonitos versos, Rosa de los Vientos.
ResponderEliminarLas listas de lectura no se actualizan, pensaba que solo me pasaba a mí. Te vine a buscar.
Te espero también en mi espacio con una nueva entrada.
Un beso y feliz día.
Parece que isso se está a passar com todos.
EliminarAbraço
Com todos os defeitos, é um País bestial.
ResponderEliminarAbraço, boa semana
Também concordo, Pedro!
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Tb gostei de ler o poema. Estou sempre a aprender... :)
ResponderEliminarAprendemos todos os dias com todos, Catarina!
EliminarAbraço