Há dias ouvi martelar no corredor, como ainda não conhecia nenhum vizinho do andar, conheço apenas alguma Irmãs da Comunidade Religiosa que ocupa todo o 3º piso, abri a porta e dei-me com um jovem às volta com a fechadura da porta.
Cumprimentei-o e apresentei-me, um pouco embaraçado também se apresentou, como não acrescentava mais nada perguntei-lhe se vivia sozinho.
Afinal vivia com a mulher e filhos, não sei quantos.
Disse-lhe que vivia sozinha e que se lhe tocasse à campainha ficava a saber que precisava de ajuda.
Sorriu, mas não respondeu que estivesse à vontade.
Esta vivência de se ignorar quem vive ao nosso lado ou em frente, não me agrada de todo.
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