Conheci aqui um Carlos de Oliveira que não está mais entre nós e não sei se é este do poema. Escrevia ótimas crônicas , adorava seu País e deixou uma escrita de despedida. Não o achei mais nas redes e tenho saudades. Era como a poesia _ 'acendia lâmpadas' por onde passava. Bom domingo Rosa com meu abraço
Este poema de Carlos de Oliveira — um dos meus favoritos — mestre do Neorrealismo português, evoca uma atmosfera de melancolia, memória e o desejo impossível de fixar o tempo.
Careço da vivência dessa hospitalidade que transpõe gerações; nunca conheci o aconchego de uma lareira, nem a presença de mulheres que preparassem mesas com esmero.
São reconfortantes essas memórias que atravessam gerações de mulheres. Também li esse romance, mas tenho mais presente a lareira das minhas avós e a da miha sogra!
Histórias de vida diferentes enriquecem sempre qualquer conversa, e a diversidade de trajetórias entre mulheres portuguesas reflete a própria complexidade e evolução do país.
As mulheres urbanas, sem contactos com a vivência das aldeias não têm estas memórias, e àquelas que as têm falta-lhes a memória das idas ao cinema, ao teatro, passeios por jardins, etc. Só com a entrada na faculdade é que pude desfrutar dessas ofertas urbanas.
Pois sim! E talvez fosse isso o que buscávamos: uma casa dentro do tempo, um lugar onde o inverno não terminasse e os regressos ainda encontrassem uma luz acesa no corredor. Beijus,
Gostei muito!
ResponderEliminarBeijos e um bom domingo!
Curioso este poema de Carlos de Oliveira, um desconhecido para mim.
ResponderEliminarUm abraço, Léo.
Ainda bem que te dou a conhecer um excelente poeta e romancista!
EliminarAbraço
Conheci aqui um Carlos de Oliveira que não está mais entre nós e não sei se é este do poema. Escrevia ótimas crônicas , adorava seu País e deixou uma escrita de despedida. Não o achei mais nas redes e tenho saudades. Era como a poesia _ 'acendia lâmpadas' por onde passava.
ResponderEliminarBom domingo Rosa com meu abraço
Este Carlos de Oliveira é um poeta e romancista português neorrealista, nada tem a ver com aquele que a lis julga!
EliminarAbraço
Que poema tão curto! “Estilo minimalista”. E com meia dúzia de palavras, o poeta consegue dizer muito. Livre interpretação.
ResponderEliminarNovidade para mim.
Gosto muito de poemas curtos, mas muito significativos.
EliminarAinda bem que foi uma novidade!
Abraço
Este poema de Carlos de Oliveira — um dos meus favoritos — mestre do Neorrealismo português, evoca uma atmosfera de melancolia, memória e o desejo impossível de fixar o tempo.
ResponderEliminarFaz-nos lembrar os gestos das nossas avós, mães e sogras que nos esperavam com a lareira acesa e a mesa posta!
EliminarAbraço
Careço da vivência dessa hospitalidade que transpõe gerações; nunca conheci o aconchego de uma lareira, nem a presença de mulheres que preparassem mesas com esmero.
EliminarLembro-me sim do ronance: Uma abelha 🐝 na chuva!!
São reconfortantes essas memórias que atravessam gerações de mulheres.
EliminarTambém li esse romance, mas tenho mais presente a lareira das minhas avós e a da miha sogra!
Abraço
Histórias de vida diferentes enriquecem sempre qualquer conversa, e a diversidade de trajetórias entre mulheres portuguesas reflete a própria complexidade e evolução do país.
EliminarAs mulheres urbanas, sem contactos com a vivência das aldeias não têm estas memórias, e àquelas que as têm falta-lhes a memória das idas ao cinema, ao teatro, passeios por jardins, etc.
EliminarSó com a entrada na faculdade é que pude desfrutar dessas ofertas urbanas.
A vida devia ser, quanto a mim,
ResponderEliminarum corredor assim
(sou fã de Carlos Oliveira)
Abraço poético
Cabe-nos mantermos os corredores iluminados!
EliminarAbraço
Pois sim! E talvez fosse isso o que buscávamos:
ResponderEliminaruma casa dentro do tempo,
um lugar onde o inverno não terminasse
e os regressos ainda encontrassem
uma luz acesa no corredor.
Beijus,
Espero que os meus netos tenham boas memórias da lareira acesa e da casa à sua espera!
EliminarAbraço