Hoje fui até casa, quer dizer à outra casa onde não ia há uns tempos. Subi, com dificuldade, ao 1º andar que tinha abandonado a 29 de setembro, rumo ao hospital.
Senti uma enorme estranheza perante o vazio de algumas divisões e o amontoado de "tralha" que talvez ainda venha para o apartamento.
Penso que se aplicam bem nesta situação duas frases que encontrei no livro que comecei a ler hoje:
"As casas sem pessoas ficam pasmadas. Como se fossem mera lembrança."
Frases apropriadas ao que sentiste. Coincidência!
ResponderEliminarNão há coincidências, há o destino! :))
EliminarAbraço
As casas também contam histórias. Mesmo quando parecem vazias, continuam cheias de quem nelas viveu. Mas as casas sem pessoas deixam de ser "lar"!
ResponderEliminarUm abraço
A minha tem uma longa história cujo final teimo em adiar!
EliminarAbraço
As casas também sentem.
ResponderEliminarE as pessoas pensam porque será.
Um abraço, Léo.
A minha está muito ressentida! :((
EliminarAbraço
A minha casa em Düsseldorf está pasmada com a minha ausência desde o dia 10 de maio 🏡
ResponderEliminarQuando voltares, vai ser uma enorme alegria para a tua casa pasmada!
EliminarAbraço
Bonita citação, tu é que deves ter ficado tristinha...
ResponderEliminarE se vendesses tudo para a sucata? Ou, em alternativa, oferecias a quem precisar. Digo eu, que estou farta de tralha.
Abraço
Primeiro chamo a família para retirarem o que quiserem.
EliminarO meu filho gostaria muito que eu não lhe deixasse este imbróglio!
Há muita tralha, mas também muita preciosidade.
Abraço
Nesse caso, tens bom remédio, não passes o imbróglio ao filho. Resolve tu do destino que darás aos bens mais valiosos, estimativos ou outros.
EliminarNão é fácil, tenho que pensar maduramente!
EliminarDeixam de ser um lar.
ResponderEliminarAbraço
Daí ter que pensar numa solução! 😞
EliminarAbraço