segunda-feira, agosto 18, 2014

Abandono


18 comentários:

  1. Há casas abandonadas, há palácios abandonados, há pessoas abandonadas…

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  2. Uma porta que deu passagem a outras vidas e muitos sonhos.
    Portas abandonadas no tempo.
    Uma foto com muito sentido.

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  3. Esperemos que quem passou por essa porta e construiu a casa também não esteja nesse estado de desolação...

    Boa semana :)

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  4. Tantos edifícios abandonados por aí... dá dó!

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  5. ~
    ~ ~ Se as portas pudessem falar, quantos relatos
    surpreendentes teriam para nos emocionar!

    ~ ~ ~ ~ ~ Abraço forte e animador. ~ ~ ~ ~ ~

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  6. As portas marcam o espaço
    por onde se saiu
    sem mais regresso

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  7. Quantas vezes o abandono traz a velhice precoce...:(

    Rosinha, só hoje li e comentei o teu excelente post anterior.

    Motivos familiares que me reduziram o espaço de 'manobra'!:)

    Um abraço.

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  8. Tantas assim, por todo o lado! Até onde irá este país, em destruição, em abandono, em tristeza?

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  9. É verdade, Rosa, na volta de elétrico por Lisboa fartei-me de ver edifícios assim abandonados, esventrados, em ruínas... Para já não falar de pessoas que também foram literalmente abandonadas, na rua ou na solidão das suas casas, espreitando a vida pelas janelas.

    Abraço

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  10. Triste o que já foi alegre.
    Um grande bj

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  11. Muito adequado o título à fotografia.
    um beijinho
    Gábi

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  12. Não é um abandono da blogosfera, pois não?
    Fiquei na dúvida.

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  13. Quando for será com pompa e circunstância, caro Pedro Coimbra, embora não ande por aqui a fazer grande coisa ainda me vou aguentar mais uns tempos! :)

    Abraço

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  14. Boa tarde,
    Foto lindíssima, o abandono é sinonimo de recomeçar, mais tarde a casa abandonada inicia uma nova vida por caminhos mais felizes para nunca mais ser abandonada.
    AG
    http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

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  15. Ah... a "outra porta"!
    Só agora entendi o título do post seguinte a este. :)))
    Isto de andar às arrecuas como o caranguejo...


    Beijinhos a olhar em frente
    (^^)

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  16. Boa noite, Rosa dos Ventos.
    É sempre deprimente o abandono. A mim por vezes ocorre pensar no que sentiriam os que empreenderam construção dessas casas, às vezes até quase-palácios, com todo o gosto e cuidado, sem falar dos valores empenhados em tais obras, para agora constatarem a desolação.
    A vida dá imensas voltas, como roleta, e o que hoje é casa cheia, fartura, amanhã é abandono, solidão. Nada é certo.

    PS: Em contraste - tão bom testemunhar os primeiros passos dum ser pequenino. É o passo para a autonomia e para o arrepiar de cabelos a pais e avós atrás dele ;)
    Bjo amigo e bom fds

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