SINCERA E PERDIDAMENTE eu prefiro ouvir a voz de Luís Represas, a ser Poeta... Do que a voz desse sr. a declamar com o sotaque de Viseu um poema escrito por uma alentejana, que muito amou e sofreu.
Após um fim de semana muito turbulento e divertido, ouço "Ser Poeta" que é um dos sonetos mais célebres da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente na sua obra-prima pósuma Charneca em Flor (1931).
Boa escolha, mas não consigo identificar a voz...
ResponderEliminarAbraço, boa semana :)
A voz não é conhecida.
EliminarAbraço
SINCERA E PERDIDAMENTE eu prefiro ouvir a voz de Luís Represas, a ser Poeta... Do que a voz desse sr. a declamar com o sotaque de Viseu um poema escrito por uma alentejana, que muito amou e sofreu.
ResponderEliminarAbraço, Leo
Tens razão, mas foi o que consegui arranjar sem ter que copiar o poema.
EliminarSabes que sou pela lei do menor esforço! 😀
Abraço
Minha querida amiga. A eterna Florbela. Boa escolha. Voltando e deixando um beijinho 🌻
ResponderEliminarObrigada
EliminarAbraço
Após um fim de semana muito turbulento e divertido, ouço "Ser Poeta" que é um dos sonetos mais célebres da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente na sua obra-prima pósuma Charneca em Flor (1931).
ResponderEliminarDesta vez é poesia dita, não cantada!
EliminarAbraço
Florbela é assim.
ResponderEliminarBoa escolha, Léo.
Um abraço.
Florbela é uma maravilha, na sua dor!
ResponderEliminarAbraço