O inverno decorreu frio e seco, deixando Portugal à míngua de água e os agricultores à beira de um ataque de nervos.
Neste Dia Mundial da Água, não podia deixar de fazer referência ao estado em que encontrei o Tejo, o rio que procuro sempre que me sinto a estiolar em terra seca.
Depois de ter almoçado uma excelente açorda de ovas com sável frito neste restaurante à beira Tejo plantado, à entrada de Tancos...
Captei o Arripiado na outra margem e o rio cheio de bancos de areia...
Aqui, já na Barquinha, local onde os meus pés costumam tocar a água, o caudal era este...
Senti uma enorme tristeza, não reconheci o Tejo que nesta época costuma correr para o mar, levando com ele as mágoas de quem ali as vai deixar!