segunda-feira, junho 29, 2026

Memória

 Ontem, numa conversa telefónica com uma amiga, acabámos por concluir que a nossa memória visual para paisagens e rostos deixa muito a desejar, mas a nossa memória para palavras mantém-se fresca.

Lembramos poemas, frases de romances, conversas com amigos/amigas, as palavras aldrabadas da infância dos nossos filhos, mas esquecemos os pormenores de locais por onde andámos há muito e onde fomos felizes.

Salvaguardo Paris que visualizo com facilidade!

16 comentários:

  1. Algo que nunca consegui nem consigo fixar são os nomes das pessoas. Rostos, sim, embora muito menos actualmente.

    Felizmente, lembro-me muito bem de paisagens e cidades onde estive.

    Abraço, semana serena.

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  2. Atualmente, a minha memória visual é melhor que a auditiva. Todavia, quando escrevo em português, por vezes lembro-me de palavras e de expressőes que nāo usava há anos e anos.

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    1. Isso só prova que as palavras não dormem, ficam vigilantes! :))

      Abraço

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    2. É por palavras que nos entendemos! 😀

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  3. A memória à medida que o tempo passa, vai tornando-se cada vez mais selectiva, Rosa. :)

    abraço

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    1. E a palavra, no sentido mais lato, continua a ser muito importante!

      Abraço

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  4. A minha memória visual está bem e recomenda-se.

    Abraço. 🤗

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    1. Eu recordo no geral, o que me falta é o pormenor.
      Já com as palavras não é assim.

      Abraço

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  5. Memória?
    Ah!, como vou precisar dela
    Quer de lugares
    Quer de palavras
    Quer de gestos
    Em breve te direi porquê

    Abraço amigo

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  6. O tempo vai passando e a memória acompanha-o.
    Temos uma boa alternativa para evitar a queda: fazer exercícios de memória.
    Um abraço, Léo.

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    1. Os meus exercícios de memória passam pelas conversas com amigos e amigas e muito riso, António!

      Abraço

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  7. Bonita reflexão. As paisagens podem desvanecer-se com o tempo, mas as palavras, quando carregadas de emoção, tornam-se o mapa mais fiel das nossas memórias.
    Um abraço e boa semana.

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