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quarta-feira, outubro 10, 2012

Saúde Mental

Acabei de ler no "Público", a propósito de ser hoje o Dia Mundial da Saúde Mental, uma entrevista com o psiquiatra Pedro Afonso que às tantas diz que" os governantes não transmitem segurança nem esperança e que isto tem um efeito desmoralizador sobre as pessoas".
Estamos perante o óbvio mas também é verdade que as más notícias repetidas até à exaustão nos meios de comunicação social e nas redes sociais também contribuem para esta atmosfera depressiva em que a maioria da população portuguesa anda mergulhada e com muita razão. Eu também estou incluída nesta maioria!
Dir-me-ão que não podemos fazer como a avestruz e que devemos estar esclarecidos e esclarecidas sobre aquilo que se está a passar  e eu acrescentarei que estou esclarecida, não faço como a avestruz mas a minha saúde mental está suficientemente abalada há anos para procurar proteger-me.
Da minha arte de fingir que não estou louca há anos depende a minha pequena família!
Com isto não estou a criticar as postagens daqueles e daquelas que me mantêm informada, quero apenas dizer que não é fácil fingir que estou lúcida!
Espero que me compreendam!
Afinal se tenho favoritos tão diversos nas suas postagens é porque gosto mesmo deles!

quarta-feira, outubro 03, 2012

Gente como nós!

A noite era de luar, não um luar de janeiro ou de agosto mas de um doce outono.
Por poucos minutos e umas centenas de metros, quando cheguei ao vale, pude divisar , entre a negra silhueta de dois montes, a lua cheia sobre o castelo iluminado.
Pensei que afinal ainda tinha direito a uma pequena parcela da perfeição.
O luar continuou a acompanhar-me mas o castelo ficou fora do meu campo visual.
Um triângulo na berma da estrada, no meio da escuridão, assinalava um problema de trânsito. Abrandei, algumas pessoas permaneciam bem afastadas do alcatrão.
Subitamente, os faróis do meu carro mostram-me no meio da estrada um vulto claro, amarelado, peludo. Os olhos, ainda abertos, brilhavam!
Era um cão com coleira, com dono que talvez estivesse calmamente a ouvir o telejornal.
Ninguém junto dele, não sei se estava morto ou moribundo...
Mais à frente, o dono do carro, agarrado ao telemóvel, gesticulava enquanto observava os estragos provocados pelo impacto.
Continuei o meu percurso mas como trago as emoções à flor dos olhos desatei num pranto, como se aquele cão fosse gente, gente como nós!

sexta-feira, março 02, 2012

Silêncio

Peço desculpa pelo meu silêncio junto de vós mas ando assim para o "enevoado"!

domingo, janeiro 15, 2012

À espera...

(imagem da net)

sexta-feira, dezembro 30, 2011

Indecisão


Serei capaz de voltar?
Além de cansada estou indecisa...