quinta-feira, novembro 08, 2018

Rosácea

Há uns tempos surgiram-me umas manchas avermelhadas no queixo e decidi ir a uma consulta de dermatologia.
Depois de referir o meu problema, a médica observou atentamente a zona afectada e declarou:
- É rosácea!
Prescreveu uns comprimidos, um creme de dia e um para a noite.
Saí do consultório com o ego da altura do Castelo de Leiria!
Eu era um monumento nacional em movimento - tinha uma rosácea!


segunda-feira, novembro 05, 2018

Le Premier/Dernier Bonheur du Jour

Eram entradas de Carlos Barbosa de Oliveira no seu blog e várias vezes as usei no Facebook, fazendo sempre referência ao seu autor como meu amigo virtual.
Foi com espanto e tristeza que soube da sua morte uma vez que me desliguei da blogosfera, estando assim desconhecedora da doença que tão corajosamente enfrentou pelo que li na sua última postagem de uma lucidez arrepiante.
Fui procurar na minha despedida em Janeiro de 2015 as suas palavras e elas lá estavam cheias de esperança:
" Espero que seja apenas um até breve e a Rosa volte a florir na Primavera.
   Beijinho"
Não voltei na Primavera mas voltei com uma rosa florida.
Até sempre, caro Amigo!

terça-feira, outubro 16, 2018

Talvez...

Depois de 3 anos e quase 9 meses de silêncio, senti necessidade de vos dirigir um "Olá!".
Quem ainda andará por aqui, quem como eu desertou, quem como eu desertou e começou  a pensar que talvez seja possível voltar?
Veremos!
Deixo-vos uma rosa como oferta...


segunda-feira, janeiro 19, 2015

I say goodbye

Depois de 8 anos e picos a navegar na blogosfera, achei por bem terminar a minha viagem e encostar a jangada em porto de abrigo!
Não tenho a veleidade de pensar que haja muita gente a interrogar-se com o meu silêncio, mas, em todo o caso, aqueles que por aqui passaram e deixaram a sua marca através de comentários, sempre simpáticos, merecem uma palavra de despedida e é essa que vos deixo.
I say goodbye!

terça-feira, dezembro 30, 2014

Cem/sem

Para chegar à postagem 100 e sem outro assunto desejo a todos e todas um espectacular ano de 2015!
Que os vossos desejos mais prementes se realizem! 

quarta-feira, dezembro 03, 2014

À espera...



Em profunda reflexão sobre tudo e sobre nada!

domingo, novembro 30, 2014

Bóiam leves...

Bóiam leves, desatentos,
Meus pensamentos de mágoa,
Como, no sono dos ventos,
As algas, cabelos lentos
Do corpo morto das águas.

Bóiam como folhas mortas
À tona de águas paradas.
São coisas vestindo nadas,
Pós remoinhando nas portas
Das casas abandonadas.

Sono de ser, sem remédio,
Vestígio do que não foi,
Leve mágoa, breve tédio,
Não sei se pára, se flui;
Não sei se existe ou se dói.

Fernando Pessoa - Cancioneiro

Nota: Já quase a terminar o dia mas ainda deu para uma breve homenagem a Fernando Pessoa que morreu a 30 de Novembro de 1935.

domingo, novembro 23, 2014

Prova de vida...




Ontem, o Chorus Auris assinalou o seu 42º aniversário com um concerto onde estiveram presentes os coros indicados no cartaz.
Aproveitámos a data para apresentarmos uma nova composição que, contra algumas expectativas mais negativas, até não correu nada mal!É precisamente esta que registo aqui, apesar de não ter o melhor som.
Pelas palmas parece que o espectáculo foi do agrado do público presente.
Com esta "postagem" apenas pretendo dar uma prova de vida!

segunda-feira, novembro 17, 2014

Ninguém é de ninguém...

"Ninguém é de ninguém
Na vida tudo passa
Ninguém é de ninguém
Até quem nos abraça..."

São os primeiros versos de uma música brasileira bem antiga e muito conhecida.
É verdade que todos somos livres e temos o direito a escolher os caminhos que trilhamos mas o meu pensamento está com os pais, familiares e amigos de João Marinho, o jovem português que se encontra perdido naquela beleza gelada e agreste que são os Picos da Europa!

segunda-feira, novembro 10, 2014

A azeitona não está preta...

Na semana passada passámos pelo olival para ver o estado da azeitona e como prevíamos é pouquíssima, tem bicho e nem sequer está preta! O tempo não lhe correu de feição!
As fotos são de há dois anos...





Costumamos dar a apanha a pessoas conhecidas que entendem bem do ofício e em troca recebemos uma parte em azeite.
Já no ano passado o olival deu pouco mas de boa qualidade, este ano a pouca que há ficará nas oliveiras.
A canção popular "Chapéu Preto" que tem uma quadra alusiva à azeitona não se poderá cantar por aqui.

A azeitona já está preta
Já se pode armar aos tordos.
Diz-me lá, ó cara linda, 
Como vais de amores novos.