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sexta-feira, abril 04, 2014

40 Anos - 40 Fotos

Uma aberta no tempo possibilitou-me uma ida até à Praça de Londres onde se encontra patente uma exposição fotográfica a céu aberto, lembrando os 40 anos da Revolução de Abril.
As fotos são de Eduardo Gageiro e de Luís Carvalho e retratam factos ocorridos a 25 e 26 de Abril e ainda no 1º de Maio de 1974.
Lamento que as minhas fracas qualidades de fotógrafa aliadas às da máquina não as tenham captado com a devida nitidez e enquadramento.
Muitas fotos eram minhas conhecidas mas também encontrei algumas que nunca tinha visto.
Aqui deixo, para quem vive longe da capital e não pode visitá-la, uma pequena amostragem!
















Esta teve um tratamento especial no Picasa!




quinta-feira, agosto 30, 2012

No Chiado à tardinha...



Hoje fui ao Chiado, à tardinha e lembrei-me desta canção de Vitorino!
Só que o Chiado de hoje, fora os namorados de mão dada, nada tem a ver...
Estava uma tarde maravilhosa, havia imensa gente a subir e a descer a Rua do Carmo, sobretudo turistas que também enchiam as esplanadas da Benard e da Brasileira.
Músicos de rua animavam ainda mais o ambiente, enquanto cães dormitavam ao seu lado...
Ainda deu para ver uma nesga de Tejo!
Entrei na Bertrand, uma livraria que gosto de visitar mas resisti às compras.
O objectivo era a loja da Nespresso onde fui abastecer-me de cápsulas há muito em falta!
Subi a rua pelo lado contrário só para não me deparar com o triste e paciente olhar dos cães estendidos ao lado dos pretensos músicos, caso já tivessem acordado.
Depois foi descer as escadas do metro e regressar a casa...
A tarde continuava soberba!

sábado, julho 28, 2012

Praça das Flores

Leio na revista "Fugas" do Público deste sábado, passe a publicidade, que os lisboetas estão a redescobrir as suas praças, a saber:
A Praça do Intendente
A Praça do Martim Moniz
O Terreiro do Paço
Todas estas praças ou largos apresentam dinâmicas que pretendem ir  ao encontro da apropriação das mesmas pelos moradores da cidade e não só... 
Estas dinâmicas vão desde espectáculos musicais para todos os gostos a cafés, restaurantes , esplanadas e quiosques  com ofertas bem convidativas a tardes e noites de preguiçar, de petiscar, de bebericar, de jogar conversa...
Há dias falei-vos do Largo do Teatro S. Carlos com o seu Festival ao Largo também inserido nesta estratégia embora de cariz mais artístico.


Esta é uma das minhas praças preferidas na cidade que não tem precisado destes programas por ser sempre uma praça viva e linda!
Que praça é esta?

Não saiu bem como eu queria mas foi o que se pôde arranjar!
É então a simpática e acolhedora Praça das Flores que fica entre o Príncipe Real e S. Bento! 

sexta-feira, julho 20, 2012

Glicínias



Nos telhados de Lisboa também nascem glicínias!

domingo, julho 15, 2012

Festival ao Largo



Mais uma vez o "Festival ao Largo" se instalou no Largo do Teatro de S. Carlos, em Lisboa,  de 29 de Junho a 29 de Julho.
Depois de algumas negociações consegui interromper o "estágio" de avó e ir até lá, precisamente no dia 12, quinta-feira.


Assim pude assistir a um belíssimo concerto musical de acordo com este cartaz.
De Haydn esta orquestra tocou a Sinfonia 104 "Londres" e de Beethoven a 5ª Sinfonia.
O concerto começava às 22 horas mas às 19, 30 já lá estava sentada numa excelente posição. Muito discretamente guardei lugar para duas amigas que chegaram uma hora depois.
Os "habitués" já sabem que se não forem muito cedo terão que ficar de pé o que não é muito agradável.
Sendo um espectáculo gratuito o normal seria não haver marcação de lugares, porém aqui e além lá aparece um casaco, uma carteira, um lenço...tal como eu fiz.
Mas depois há pessoas que chegam  meia hora antes e querem ter ao seu dispor lugares bem localizados que estão guardados para amigos e amigas e surgem enormes discussões com insultos à mistura e frases do tipo "O senhor sabe com quem está a falar?"...
Não deixa de ser interessante ver pessoas com muito bom ar, amantes da música, que têm um comportamento exemplar durante o espectáculo, fazerem figuras tão pouco abonatórias.
Como no ano passado assisti a cenas semelhantes deduzo que faz parte do "Festival ao Largo" haver gente cujo verniz estala à mínima contrariedade.
Felizmente que as minhas amigas chegaram a tempo de os lugares marcados não darem nas vistas!

terça-feira, julho 03, 2012

Isto é como andar de bicicleta...

"Isto é como andar de bicicleta, quem aprendeu não esquece!" - é uma frase que ouço muitas vezes a propósito de tudo e de nada.
Acontece que a mim não se aplica.
Como, não digo a maioria, mas muitas crianças da minha geração, aprendi a andar de bicicleta. Parte das férias grandes, que eram mesmo grandes, eram passadas em casa dos avós maternos, no coração do planalto de Santo António, no actual Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros onde me esperavam dias e dias de brincadeira com primos e primas que se fartavam de rir com as meus problemas de adaptação à vida em total liberdade.
Era quase considerada como prima da "cidade"!
Foi com eles que aprendi a pedalar em caminhos de terra batida, não havia outros, à custa de muita queda e de muitas esfoladelas de joelhos, cuidadosamente desinfectados pela avó Emília.
A minha grande dificuldade estava em voltar atrás sem parar...tinha que descer da bicicleta, virá-la no sentido contrário, montar de novo e seguir em frente!
Com o tempo não me tornei grande ciclista mas desembaraçava-me bem.


Agora, quando passo frente a esta simpática esplanada do meu novo bairro em Lisboa ou quando lá me sento, fico com os olhos presos na bicicleta que faz parte do "mobiliário".
Tenho mesmo que voltar a treinar já que também há uma ciclovia no bairro!

domingo, junho 24, 2012

Lisboa, menina e moça



De partida para Lisboa para mais uns dias, desta vez sozinha, deixo-vos com Carlos do Carmo e  esta bela canção!
Bom domingo!

terça-feira, junho 12, 2012

Em Lisboa, aos caídos...


Lisboa está linda e eu, sem máquina fotográfica e sem net, ando por aqui aos caídos...por cafés, bibliotecas e afins para poder saber de vós e actualizar este blogue tão pasmado!


Um grito de cor lilás em Belém, com a Torre e o Tejo ao fundo!


As buganvílias de variadas cores espreitam em jardins públicos e muros de vivendas antigas que resistem no meio do betão!


Os pombos, esses estão por todo o lado!
Interrogo-me sobre a sua sobrevivência...
Caminham ao nosso lado, poisam nos bancos onde nos sentamos e, de vez em quando, lembram-se que têm asas, levantam-se num breve voo para tornarem a aterrar tranquilamente...

Nota: Todas as fotos são da net porque, como disse, estou sem máquina. A bateria viciou e estou com problemas para arranjar outra porque é da Kodak!