Estive lá porque precisava de cantar, gritar, bater palmas, exprimir de todas as formas a minha revolta contra a política da tesourada!
Foi uma espécie de catarse!
Este foi o jovem animador do "sector" onde, felizmente, me integrei com dois casais amigos encontrados por acaso.
Conseguiu manter-nos a cantar, a saltar, a gritar até chegarmos ao Terreiro do Paço.
De uma enorme energia que a todos contagiou.
E nem o homem das castanhas falhou!
Há que aproveitar as oportunidades.
Caía a tarde quando um mar de gente desaguou junto ao Tejo e finalmente cantámos com todo o ânimo "Grândola".
E continuava gente a entrar na Praça vinda da Rua do Ouro...
Se valeu a pena?
"Tudo vale a pena se a alma não é pequena"!