(Nocturno de ramo de magnólia)
O que vejo, o que leio, o que ouço, o que sinto, o que pressinto, a dor que me habita há anos mergulham-me, por vezes, num estado de alma pouco dado à comunicação.
Com a idade que tenho já deveria ter aprendido que isto passa e torna a voltar para depois voltar a passar...
Mas por impulso, por me ter habituado a que desse lado, ao longo destes quase seis anos, há gente que me vai conhecendo e que me "escuta", de vez em quando lá surge um desabafo!
Deixo-vos uma quadra de António Aleixo que sintetiza bem a "espuma" dos meus dias...
Após um dia tristonho
de mágoa e agonia
vem outro alegre e risonho
são assim todos os dias!
