sábado, novembro 24, 2007

Ondas do mar de Vigo...


Ondas do mar de Vigo
se vistes meu amigo
E ai Deus, se verrá cedo!

.
Ondas do mar levado,
se vistes meu amado!
E ai Deus, se verrá cedo!


Se vistes meu amigo,
o por que eu suspiro!
E ai Deus, se verrá cedo!


Se vistes meu amado,
por que hei gran coidado!
E ai Deus, se verrá cedo!


Martin Codax


Nota: A qualidade da imagem não é muito boa mas, depois de reposta a normalidade do acesso às minhas imagens, quis prestar uma homenagem à nossa Literatura que nasceu Galaico- Portuguesa, postando uma Cantiga de Amigo das mais conhecidas.


11 comentários:

Maria disse...

Lindo este teu cantar de amigo....
Gosto das cores da fotografia.

Bom domingo
Abraço

Vieira Calado disse...

Pois nasceu galaico-portuguesa e, na sua simplicidade, muito interessante. Faz bem divulgá-la.
Cumprimentos

Justine disse...

Aleluia, seja bem aparecida.
E muito bem escolhida, a cantiga de amigo.
Beijo

AnaG. disse...

Lembro-me desta cantiga de amigo....

Ora ainda bem, que já há fotos....

Boa semana.
Beijitos

Ana Patudos disse...

Lembro-me de dar esta cantiga no meu 10ª ano do liceu :))
bjos
Ana Paula

Átila disse...

Fui a Vigo há uns anos ver o Benfica , mas vi o Celta. Perdemos por 7-0 . Aos 3 zero, chateado coma situação saí e refugiei-me num dos muitos bares existentes à roda do estádio .Quando ía a entrar , estava um galego com boina na cabeça , encostado à entrada, olhou para mim e disse ." ainda chupas mais ....e foram mais 4

Rosa dos Ventos disse...

Caro Átila
Nesse dia não foram ondas do mar de Vigo foi quase toda a água do Atlântico que o Benfica meteu! ;-))

Besnico di Roma disse...

Vigo e a sua ria de águas, tranquilas a dois passos do Cabo de Finisterra, tal como o “Porto de Muros”, secreto refugio do Besnico di Roma. (a partir de agora deixou de ser secreto)

Doce engano de uma costa, que não é por acaso que se chama “Costa da Morte”. (com muito “Prestige” e não só)

Mas onde eu sou náufrago e me afogo voluntariamente é no “Bodegom” lutando contra alterosas ondas de espuma das canecas de cerveja e nos escolhos dos “pimentinhos de Padron”. Vida dura, esta vida de marinheiro que dá cabo de mim…

Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
ai Deus, e u é?

Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs comigo!
ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que mi há jurado!
ai Deus, e u é?"
(...)

el-rei D. Diniz

Vieira Calado disse...

Deixei um prémio para si no meu blog.
Se quiser pode visitar o meu post, mais recente.

Besnico di Roma disse...

ROSA DOS VENTOS

Vai ao meu “blog” tenho lá uma palavrinha para ti. Para te fazer sorrir.

Vieira Calado disse...

Desculpe, houve um engano.
Agora já está, penso, pois já experimentei.
Um abraço.