quinta-feira, dezembro 03, 2009

Qual Penélope...

Qual Penélope o vento vai tecendo e desmanchando este tapete...

21 comentários:

Dri Viaro disse...

Oi, passei pra conhecer seu blog, e desejar bom fim de semana
bjsss

aguardo sua visita :)

Si disse...

Perdoe-me, Rosa, pelo abuso. Deixo-lhe o link de um post que fiz o ano passado, sobre um quadro assim parecido: http://de-si-para-si.blogspot.com/2008/11/outono-janela.html.

Espero que goste.
Beijinhos

Maria P. disse...

Mas está bonito, o vento até sabe!:)

Beijinho*

Sam Seaborn disse...

Pelo menos até Ulisses chegar… Muito bonito Rosa.

Rosa dos Ventos disse...

Cara Si
Já lá fui o que vi foi um Outono mais vivo e acompanhado por um belo poema cheio de cadência das folhas a voltearem...
O meu está mesmo de rastos!

Abraço

Maria disse...

Como lhe compete...

Um abraço

Bartolomeu disse...

Magnífica analogia, Rosinha.
O tapete de Penélope e a perseverança do seu carácter e do seu amor por Ulisses, assemelham-se à sequência dos ciclos que vão vestindo e despindo as árvores, da sua folhagem.
Mas... temos tambem uma figura semelhante na nossa história... aquela mocinha de Arraiolos que se menteve noiva toda a vida, chamou-se Inês e teceu tambem imensos tapetes, ou então...
Olha lá Rosinha... que te parece?
Achas que durante as nossas vidas, vamos tecendo diferentes tapetes ou, julgamos que o fazemos, mas na verdade o tapete é sempre o mesmo e o que fazemos é ir tecendo e destecendo, infindávelmente?
;))))

Rosa dos Ventos disse...

Caro Bartô
Tenho que me informar sobre a Inês posta em desassossego em Arraiolos...
Quanto à tua tão pertinente pergunta, parece-me que o tapete é sempre o mesmo só que vamos tecendo e "destecendo" de acordo com "as assoalhadas" que vamos ocupando na vida!

Abraço

Bartolomeu disse...

Ohhh!!!
Enganei-me no nome da mocinha.
Não se chamou Inês, mas sim Beatriz.
Perdoas-me o engano, adorável tecelã de tapetes?
;)))

Helena Teixeira disse...

Está bonito o tapete.Pena é se passar um varredor ou uma ventania estraga tudo...

Aproveito e deixo um convite: participe na Blogagem de Dezembro do blogue www.aldeiadaminhavida.blogspot.com
“O tema é: O Natal na minha Terra”
Basta enviar um texto máximo 25 linhas e 1 foto para aminhaldeia@sapo.pt até dia 8 de Dezembro. Participe. Haverá boa convivência e uma campanha de solidariedade para ajudar Isabela (veja mais no blog da Aldeia)!

Jocas gordas
Lena

goiaba disse...

os que lindos que são esses tapetes! Um símbolo de impermanência.
Abraço

Justine disse...

Que grande fotografia, Rosa!
Abracinhos

Alberto David disse...

PENÉLOPE

Ela só dá ponto sem nó
Tece minutos, tece horas
Tece anos, tece amor
Amor tecido – ter sido
Amortecida toda ela
A morte em vida
À espera...
Os deuses fazem e desfazem
Os heróis luzem grandes feitos
E das mulheres o que foi feito?
Um ponto de lágrima
Um ponto de cruz
Um ponto de esperança
Penélope não se cansa
Gira a roda e se enrosca
Nas malhas do destino...
A felicidade por um fio?
Desmancha de noite
O trabalho do dia
Pálida presença na Odisséia...
Não mereceriam
As mil provas de agonia
Em vez de cantos ao recato
O reverso do verso
De uma Penelopéia?

de: Renata Cordeiro

Um abraço amigo para quem anda tão fugido.

Luis Eme disse...

eu diria, remodelando...

abraço Rosa

Rosa dos Ventos disse...

Caro Alberto
Brindas-me sempre com belos poemas alusivos aos meus posts...
Obrigada!

Abraço

Rosa dos Ventos disse...

Tens razão, Luís...
Tu que és um tecelão e guardador de margens!

Abraço

Rosa dos Ventos disse...

És muito generosa, Justine! :-))

Abraço

Duarte disse...

Belo tapete outonal, donde as cores da natureza se reflectem, nuas... ficam as árvores...

Beijinhos

maria mar disse...

"O vento é bom bailador"

"O vento é bom bailador,
baila, baila e assobia,
baila, baila e rodopia
e tudo baila em redor!
E diz às ondas que rolam:
-Bailai comigo, bailai!
E as ondas no ar se empolam,
em seus braços nus o enrolam,
e batalham,
e seus cabelos se espalham
nas mãos do vento, flutuando,
e o vento as deixa, abalando,
-e lá vai!..."

Afonso Lopes Vieira

Há anos que nao lia este poema que aqui fica, Rosa dos Ventos
Abraço

fj disse...

imagino o trabalho que a Rosinha teve para ordenar todas as folhinhas para tirar uma bela fotografia...
MALVADO VENTO!!!
:)))

UM abraço!!!

Tite disse...

Olá Rosa,

Tenho andado ausente mas não esquecida de ti.

Só para dizer que a Natureza encarrega-se de nos presentear com obras-primas dignas de figurar nos maiores Museus do Mundo.

Adoro a imagem nos seus diversos matizes. Quem faria melhor?

Abraços