Conheci aqui um Carlos de Oliveira que não está mais entre nós e não sei se é este do poema. Escrevia ótimas crônicas , adorava seu País e deixou uma escrita de despedida. Não o achei mais nas redes e tenho saudades. Era como a poesia _ 'acendia lâmpadas' por onde passava. Bom domingo Rosa com meu abraço
Este poema de Carlos de Oliveira — um dos meus favoritos — mestre do Neorrealismo português, evoca uma atmosfera de melancolia, memória e o desejo impossível de fixar o tempo.
Gostei muito!
ResponderEliminarBeijos e um bom domingo!
É belíssimo dentro da sua simplicidade!
EliminarAbraço
Curioso este poema de Carlos de Oliveira, um desconhecido para mim.
ResponderEliminarUm abraço, Léo.
Ainda bem que te dou a conhecer um excelente poeta e romancista!
EliminarAbraço
Conheci aqui um Carlos de Oliveira que não está mais entre nós e não sei se é este do poema. Escrevia ótimas crônicas , adorava seu País e deixou uma escrita de despedida. Não o achei mais nas redes e tenho saudades. Era como a poesia _ 'acendia lâmpadas' por onde passava.
ResponderEliminarBom domingo Rosa com meu abraço
Este Carlos de Oliveira é um poeta e romancista português neorrealista, nada tem a ver com aquele que a lis julga!
EliminarAbraço
Que poema tão curto! “Estilo minimalista”. E com meia dúzia de palavras, o poeta consegue dizer muito. Livre interpretação.
ResponderEliminarNovidade para mim.
Gosto muito de poemas curtos, mas muito significativos.
EliminarAinda bem que foi uma novidade!
Abraço
Este poema de Carlos de Oliveira — um dos meus favoritos — mestre do Neorrealismo português, evoca uma atmosfera de melancolia, memória e o desejo impossível de fixar o tempo.
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