Aldeia
Nove casas
duas ruas,
ao meio das ruas
um largo,
ao meio do largo
um poço de água fria.
Tudo isto tão parado
e o céu tão baixo
que quando alguém grita para longe
um nome familiar
se assustam pombos bravos
e acordam ecos no descampado.
Manuel da Fonseca, in Poemas Completos
O alentejano Manuel da Fonseca escrevia bem, sem complicar.
ResponderEliminarUm abraço, Léo.
Este é um poema que nāo requer erudiçāo académica para ser compreedido.
ResponderEliminar:)
Tu dás prioridade á música e POESIA portuguesa.
ResponderEliminarAbraço quentíssimo de um lugarejo italiano.