terça-feira, junho 19, 2007

Cada vez mais inapta...

Não consegui introduzir o texto com as imagens!
Estou em nítido retrocesso...


Quando voltei das, infelizmente, férias goradas, encontrei as cerejas a salvo dos famigerados melros, não pelo esforço do fugidio Petrus mas pela mão da minha A.A.D. (auxiliar de acção doméstica). Também ela não confia nas garras do dito felino.
E já a ameixieira estava neste primor de cor... carregadinha de ameixas minúsculas com um estranho sabor...talvez a rosas.
O Bartolomeu tinha razão...

8 comentários:

Bartolomeu disse...

Moral da história: quem dispõe de uma A.A.D., tem a garantia de uma colheita frutícola assegurada.
Assim, estamos em condiç~es de enviar um comunicado às associações de agricultores, produtores de frutos, anunciando-lhe a forma de melhorarem as suas colheitas.
:)))

Teresa disse...

E as ameixas são deliciosas...

Eyes wide open disse...

Desconfio que o Petrus quer ver os passarinhos de barriguita suficientemente cheia, para que não tenham força e arte de voar, e ele lhes possa deitar a patita...

;)*

F F Moniz disse...

Eu no lugar do Petrus talvez deixasse os melros à vontade com as ameixas... depois de me empanturrar bastante... rsrs... Rosa, obrigado pela visita ao Voyeur! Até a vista!

redonda disse...

O que seria incrível era se fosse possível enviar cerejas pela "net" juntamente com um comentário. Eu ia logo candidatar-me a receber uma :)

maria carvalhosa disse...

Mas que delícia! Ameixas com cheiro a rosas já seria uma experiência exótica... imaginem agora as ameixas com o sabor das próprias das rosas!... Ai, ai, só esta Rosa dos Ventos!...

Beijos de outra rosa (sem espinhos!) ;)

Rosa dos Ventos disse...

Obrigada pela visita Maria Carvalhosa
(rosa sem espinhos)!
Já te tinha encontrado por aí e sempre com óptimas referências...

Àtila disse...

Se precisares de ajuda é só pedires. Do que percebo coloco tudo àtua disposição .Para já podes ir ao n/blogue Colheita63 e na parte de "Endereçoos muito especiais para bloguistas" encontrarás lá muita coisa