terça-feira, outubro 06, 2026

Leituras


 

Talvez por ser uma "baby boom" e na minha infância ainda ouvir ecos das atrocidades da 2ª Guerra  Mundial, além de ter contactado com uma menina austríaca que veio passar duas temporadas a casa de uma tia minha, através da Cruz Vermelha, tenho uma certo fascínio por romances e filmes que relatam essa época.

A Erika era mais velha do que eu , mas lembro-me do medo que tinha e que a levava a esconder-se debaixo da cama, quando ouvia tocar a buzina das fábricas.

Com a leitura deste livro que está na foto, penso que fiquei vacinada e que não voltarei a ler mais nada sobre este tema.

As amigas que já o tinham lido disseram que era emocionante e que até tinham chorado com o desenrolar dos trágicos acontecimentos vividos por duas irmãs, durante a ocupação da França por parte do exército alemão, o papel das mesmas na Resistência e as terríveis consequências vividas por elas.

Confesso que não me emocionei e senti que para mim já chegava.

A história é como todas as história da Resistência, mas  não lhe encontrei valor literário.

Acrescento que foi uma amiga que mo ofereceu nos anos.

Alguém, desse lado, já o leu?

4 comentários:

  1. Ainda não li "A Rouxinol" (título original: The Nightingale) que é profundamente inspirado na extraordinária história real de Andrée de Jongh, uma jovem enfermeira belga que se tornou uma das maiores heroínas da Segunda Guerra Mundial.
    A personagem Isabelle Rossignol no livro reflete diretamente a coragem e a determinação desta mulher real.
    Um livro que quase todas as adolescentes alemães e belgas leram como leitura obrigatória nos respectivos liceus.

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  2. Ainda não li "A Rouxinol" (título original: The Nightingale) que é profundamente inspirado na extraordinária história real de Andrée de Jongh, uma jovem enfermeira belga que se tornou uma das maiores heroínas da Segunda Guerra Mundial. A personagem Isabelle Rossignol no livro reflete directamente a coragem e a determinação desta mulher real.
    Um livro que quase todos os adolescentes alemães e belgas leram como leitura obrigatória nos respectivos liceus.

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  3. Kristin Hannah é uma das mais populares escritores do continente americano.
    Na rede de bibliotecas não há um único livro que não tenha uma longa lista de espera, com centenas e centenas de utentes em fila.
    “O Rouxinol” é emocionalmente pesado assim como “As Mulheres”. Li porque estava com curiosidade de saber a razão do seu grande sucesso. Não gosto de ler assuntos traumatizantes ou sobre guerras e horrores.

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