Pensava eu e afirmava, avó ingénua, que os meus netos seriam daqueles rapazes que gostariam muito de ler, de conversar, de rir, de brincar e que, talvez de vez em quando, mexessem no telemóvel ou no computador, quando fossem mais velhos.
Pura ilusão, ainda "ontem" eram assim e hoje não fazem outra coisa senão jogar com os amigos via computador.
O mais velho, apesar de tudo ainda lê, embora em inglês o que eu acho uma patetice, mas o mais novo nem isso.
É bem verdade "pela boca morre o peixe"
"O mais velho, apesar de tudo ainda lê, embora em inglês o que eu acho uma patetice..." Porquê?
ResponderEliminarMesmo sem a tua explicação sobre essa “patetice”, vou acrescentar mais um comentário:
ResponderEliminarEstá cientificamente comprovado que as estratégias de vocabulário, compreensão e pensamento crítico são transferíveis entre línguas.
O mais importante é construir uma base sólida para a leitura. Uma vez que os alunos aprendem a ler, estão aptos a aplicar essa competência a qualquer outra língua.
Neste caso, o teu neto já aprendeu a ler, mas a mesma teoria aplica-se a ele.
E agora vou ver o grande jogo !!
: )
O que acontece, minha querida é que os nossos rapazes cresceram depressa demais...aos nossos olhos, que os vemos sempre meninos.
ResponderEliminarOlha... o meu filho preferiu sempre ler mais em inglês do que em português. Dizia que alargava o seu vocabulário da Língua Inglesa, e com razão.
Uma das causas dos tais erros que vês no Face advém da falta de leitura. O que é preciso é ler, nem que seja Banda Desenhada.
Podes crer!
Abraço.