terça-feira, julho 14, 2026

Desabafo

 Hoje fui até casa, quer dizer à outra casa onde não ia há uns tempos. Subi, com dificuldade, ao 1º andar que tinha abandonado a 29 de setembro, rumo ao hospital.

Senti uma enorme estranheza perante o vazio de algumas divisões e o amontoado de "tralha" que talvez ainda venha para o apartamento.

Penso que se aplicam bem nesta situação duas frases que encontrei no livro que comecei a ler hoje:

"As casas sem pessoas ficam pasmadas. Como se fossem mera lembrança."

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