Amor como em casa
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
Manuel António Pina ( 1943 - 2012 )
Belo poema de Manuel António Pina.
ResponderEliminarAdorei.
Abraço
Olinda
Ainda bem! :))
EliminarAbraço
Em casa_ tem sempre um café quentinho...
ResponderEliminarbonito poema ,bom domingo..
Em casa há sempre coisas boas, Lis!
EliminarAbraço
Poema interessante.
ResponderEliminarBom dia de domingo, Léo, um abraço.
Também achei!
EliminarAbraço
Lindo, lindo, liiiindo
ResponderEliminarQue pena,
Pina
Ter partido tão cedo
Bom domingo
Partiu quando ainda tinha tanto para nos maravilhar!
EliminarAbraço
Domingo da Mãe longe da minha casa na cidade invicta fria e ventosa.
ResponderEliminarGosto da poesia do Manuel António Pina.
Abraço das margens do rio Douro.
O que é que tu esperavas nesta Primavera do nosso descontentamento?!
EliminarTambém gosto muito da sua poesia tão simples e tão encantatória!
Abraço da Cidade da Paz
Gostei muito do poema!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
É um belo poema, de facto!
ResponderEliminarAbraço, Fatyly
Gostei de o rever aqui, o poeta do Porto e dos gatos. Vou vendo a tua adaptação às letras e ideias, que bom! Bettips
ResponderEliminarEra, um fã de gatos, tal como eu!
EliminarGostei de te rever Bettips!
Abraço