É certo e sabido que, quando damos uma volta pelo interior algarvio, não podemos deixar Loulé para trás.
Assim, mais uma vez, fotografei a escultura de António Aleixo, da autoria de Lagoa Henriques, e aproveito para deixar uma pequena e actualíssima quadra deste poeta popular.
Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar...
só os burros estão dispostos
a sofrer sem reclamar!
Não é a Ti Anica de Loulé, a tal da caixinha do rapé, mas sim a "Vendedora do Mercado" que se encontra numa das ruas laterais ao mesmo. Esta escultura é da autoria de Teresa Paulino e Pedro Félix, escultores que têm algumas das suas obras localizadas em espaços emblemáticos de alguns municípios algarvios.
Ainda deu tempo para uma visita a uma exposição permanente sobre Duarte Pacheco, o célebre ministro das Obras Públicas do Estado Novo, natural desta terra e que morreu, prematuramente, num acidente de automóvel quando se dirigia a Lisboa para um Conselho de Ministros.
Esta exposição está patente na casa onde ele nasceu, frente à Câmara Municipal, onde também funciona, no 2º piso, a Assembleia Municipal.
Penso que há dois anos marquei presença por aqui com a visita a Loulé, daí não me alongar muito mais.
